Pequena nota para o dia que inicia.

Tenho me sentido ansioso, como se estivesse esperando um ônibus já atrasado, como se não fosse chegar nunca a lugar algum. Deitar duas horas da manhã e acordar às cinco e meia com essa urgência que tem a palavra entalada. Aquele verso que não consegue aquietar até que o sol esteja já a pino.
Entenda, preciso abrir mão de algumas coisas se eu quiser continuar, se quiser caminhar por mais tempo e me sentir eu mesmo. Tenho aprendido a deixar algumas coisas para trás e a abrir mão de outras tantas. Você, eu, nós… apenas mais uma dessas tantas bagagens que começam a pesar sobre meus ombros e, sabemos, para ir longe, precisamos ir leves.

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